E quando o medo vem?

O medo, ah o medo. Tá aí uma característica comum entre todas as pessoas, né? Alguns o escondem para não “evidenciar” suas fragilidades e outros o escancaram com suas fobias. Eu chamo de característica porque não considero o medo um defeito, mas também não posso chamá-lo de virtude. Eu prefiro encarar o medo como um moderador em circunstâncias difíceis e inéditas. Mas quem nunca o sentiu como um limitador, não é mesmo?

O ser humano naturalmente teme o que não conhece, o inesperado, a falta de controle. Nós naturalmente queremos reger tudo ao nosso redor, afinal, é difícil ser pego de surpresa. Mas… e o que Deus tem a dizer sobre isso?

É normal sermos ansiosos e inseguros (derivações e alertas do próprio medo), mas será que isso tem sido maior que a confiança no Todo Poderoso a quem servimos? Será que de tanto olhar pro natural esquecemos que Ele é Deus para nos livrar e guardar?

Deus deixa claro que temos que aprender muito com Davi. Davi errou muitas vezes, mas nunca duvidou do poder de seu Senhor. Era a Ele a quem Davi temia e confiava, pois já havia vivido muitos livramentos. “…O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos desse filisteu” (I Samuel 17:37)Mesmo tão jovem e humanamente despreparado encarou um gigante com toda a ousadia do seu ser ao dizer “Você vem contra mim com espada, com lança e com dardo, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem você desafiou.” (I Samuel 17:45), pois ele sabia que o General estava indo a frente nesta batalha e não era pra perder porque com Deus NUNCA se perde.

Mas e quando o medo é daquilo que ainda não se sabe? Daquilo que ainda não se vê? “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” (I Pedro 5:7). Isso é difícil, né? Quando se espera por aquela ligação para um novo emprego. Quando se espera por uma reconciliação de um relacionamento que te faz tanta falta. Quando se espera pela provisão. Quando se espera pela cura física ou daquela ferida que teima em não cicatrizar no coração. Basta olhar para a vida de Daniel (entenda mais sobre ele aqui), que mesmo sendo inocente foi jogado à morte na cova dos leões famintos, mas ele continuou firme na fé e esperou. Nosso Pai foi fiel e fez com que este felinos sossegassem e não tirassem nem um fio de cabelo do seu servo até ele ser resgatado.

Nas nossas vidas lidamos com inúmeros gigantes, invejosos que delatam contra nós para nos jogar numa cova que parece o fim. Até mesmo o nosso coração nos engana (Jeremias 17:9) e enfraquece fazendo com que a vontade de retroceder apareça, a vontade de desistir do sonhos e planos de Deus fique latente… Mas Jesus deixou um recado pra você em meio a essa tempestade: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” (Mateus 11:28).

Ele nunca disse que seria fácil (João 16:33), mas Ele prometeu te ajudar em meio as dificuldades, prometeu aliviar teu fardo. “…Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:29-30).

Nossas limitações são incontáveis, mas a boa notícia é que para Deus nada é impossível (Lucas 1:37)! Ele tem o bálsamo de Gileade para sarar (Oséias 6:1), Ele renova suas forças (Isaías 40:31), Ele é o socorro bem presente na hora da angústia (Salmo 46:1) e torre forte pra te guardar (Provérbios 18:10).

Mesmo que o desespero queira ter voz em sua vida nos momentos difíceis, encha seu coração daquilo que te traz esperança (Lamentações 3:21) e lembre-se da fidelidade e poder do Senhor. Porque as circunstâncias vêm e vão, mas Ele é o mesmo para sempre (Hebreus 13:8)!

 

Camila Amorim

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Entendendo a Palavra: Livro de Daniel

Hoje começamos uma nova sessão no blog, que se chama Entendendo a Palavra.

O objetivo do Entendendo a palavra é contar as histórias da Bíblia de forma simples para o seu entendimento. Colocamos os fatos em uma linguagem mais atual e na medida do possível, resumida, sem omitir nenhum acontecimento importante, além de chamar a atenção para as lições que aprendemos com cada história. Se você quer saber um pouco mais sobre os livros da Bíblia, acompanhe-nos nestes estudos!

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Daniel, uma história de obediência, determinação e fé.

A invasão de Jerusalém e o diferencial de Daniel e seus companheiros

O livro de Daniel conta uma linda e impressionante história de fé, determinação e obediência a Deus, ensinada através da vida de 4 jovens de Judá: Daniel, Misael, Hananias e Azarias.

Tudo começa quando Jerusalém, capital de Judá, foi invadida e sitiada por Nabucodonosor, rei da Babilônia, que exilou o povo de Jerusalém, cidade fiel a Deus, na Babilônia, cidade repleta de astrologia e adivinhações.

Além de exilar os judeus, ainda levaram consigo alguns utensílios da casa de Deus para a casa do “seu deus”, insinuando que o deus de Nabucodonosor tinha poder sobre o Deus de Israel, porém mais tarde tiveram que se curvar à soberania do nosso Deus.

O rei Nabucodonosor ordenou a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres jovens, sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos, para assistirem no palácio do rei e aprenderem a cultura e a língua dos caldeus, povo babilônico.

O rei determinou como alimento diário deles as finas iguarias da mesa real e o vinho que ele bebia, mantendo-os assim por três anos, como se estivessem em treinamento, para depois assistirem-no no reino.

Dentre os jovens judeus escolhidos estavam Daniel, cujo nome significa “Deus é meu juiz”, Hananias “Javé é gracioso”, Misael “Quem é como Deus?” e Azarias “Javé é meu ajudador”, que tiveram seus nomes trocados para nomes babilônicos que continham referências aos deuses pagãos, sendo eles: Daniel – Beltessazar, Hananias – Sadraque, Misael – Mesaque e Azarias – Abede-Nego.

Começa aqui o nosso aprendizado com a história desses jovens, primeiramente Daniel decidiu não se contaminar com os alimentos servidos pelo rei, que eram ofertados a ídolos pagãos, pediu então ao chefe dos eunucos para servir-lhes outros alimentos, já obtendo a primeira graça de Deus, pois mesmo com medo, contrariando as ordens do rei que poderia perceber por suas fisionomias abatidas que não estavam se alimentando bem, ele atendeu ao pedido de Daniel, que lhe disse para experimentar dar-lhes apenas legumes e água, observando-lhes a aparência.

Aspenaz assim o fez por dez dias e para sua surpresa, eles estavam melhores do que os jovens que se alimentavam segundo orientação do rei, com isto ele alterou a alimentação de todos.

Ao final do período de três anos todos os jovens foram levados à presença do rei, ao falar com todos não foram achados entre eles ninguém como Daniel, Hananias, Misael e Azarias, que foram então escolhidos para assistirem ao rei.

Os quatro eram dotados de extrema inteligência, porém, Daniel tinha um diferencial, ele tinha o dom de interpretar visões e sonhos.

Daniel interpreta o sonho de Nabucodonosor

Daniel ganhou destaque aos olhos do rei quando no segundo ano de seu reinado ele teve um sonho que perturbou seu espírito, chamou todos os feiticeiros, encantadores e caldeus, mas ninguém foi capaz de interpretá-lo.

O rei se irou contra todos eles que disseram não ter ninguém capaz de revelar-lhe o sonho, muito menos de interpretá-lo, mandou então matar todos os sábios da Babilônia, com isso, buscaram também Daniel e seus companheiros para serem mortos.

Daniel quis entender o porquê de um decreto tão severo, Arioque, chefe da guarda real lhe explicou o que acontecera, ele então quis falar com o rei e pediu-lhe um tempo, garantindo-lhe que relevaria o sonho e seu significado.

Daniel explicou tudo aos seus companheiros e pediu-lhes que orassem a Deus para que tivesse misericórdia sobre este mistério. O Senhor revelou o mistério a Daniel através de uma visão, ele agradeceu e bendisse Sua sabedoria e poder.

Vejo neste momento da história de Daniel primeiramente a dependência, ele sabia que apesar de ter dons e inteligência, sem Deus jamais conseguiria desvendar este mistério, e depois de recebida a graça, Daniel reconheceu a misericórdia e poder de Deus, orou e louvou ao Seu Santo nome, em agradecimento.

Daniel procurou a Arioque e pediu que não matasse os sábios da Babilônia e que o levasse até o rei, para o qual ele disse: “o mistério que o rei exige, não há encantadores, magos ou astrólogos que possam revelar, mas há um Deus no céu, o qual revela todos os mistérios”, então falou ao rei o que tinha sonhado bem como a interpretação deste sonho.

Deus neste momento foi reconhecido pelo próprio Nabucodonosor como Deus dos deuses, Senhor dos reis e revelador de mistérios. Com isso o rei engrandeceu a Daniel, dando-lhe muitos presentes e colocando-o como governador da província da Babilônia e chefe supremo de todos os sábios.

A pedido de Daniel, Hananias, Misael e Azarias também foram honrados, sendo colocados sobre os negócios da província da Babilônia.

Mais uma lição aprendida com Daniel, a humildade, mesmo sendo honrado pelo rei não esqueceu dos seus, estendeu as mãos para aqueles que estavam ao seu lado durante todo o tempo e os levou consigo.

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Livramento de Deus aos companheiros de Daniel

Para andar com Deus é preciso ter muita coragem, exatamente o que marca a história dos três companheiros de Daniel.

O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro e ordenou a todos da Babilônia que se prostrassem e a adorassem no momento em que ouvissem o som de trombetas, e aquele que não obedecesse seria lançado na fornalha.

Ao soar as trombetas todos se prostraram, menos Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que foram imediatamente acusados pelos caudeus.

Você pode imaginar a cena? Todos, absolutamente todos de joelhos, ficando em pé apenas os três jovens corajosos e fiéis ao Deus de Israel, que jamais se prostrariam diante de qualquer outro deus.

O rei Nabucodonosor muito irado mandou chamar os três e os questionou quanto ao que fizeram, dizendo que teriam uma nova chance, ao soar as trombetas deveriam se prostrar e caso não o fizessem, seriam imediatamente lançados na fornalha. Ainda blasfemou: “E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?”.

Responderam então os três jovens: quanto a isso não necessitamos te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, nos livrará da fornalha de fogo ardente e de suas mãos, ó rei. Fique sabendo que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.

Quanta ousadia é preciso para honrar o nome de Deus!

O rei Nabucodonosor ficou furioso e ordenou que acendessem a fornalha sete vezes mais do que o de costume e depois, amarrassem e jogassem Sadraque, Mesaque e Abede-Nego no fogo ardente. Daniel estava ao lado do rei como governador, mas nada podia fazer pelos seus amigos, além de interceder por eles em oração.

O fogo era tão forte que os homens encarregados de lançarem os três jovens na fornalha se protegeram com túnicas e chapéus para que não fossem queimados somente por chegar perto dela, imagine então o que aconteceria a qualquer pessoa que caísse lá dentro, não teria a menor chance de sobrevivência.

Porém, nosso Deus é o Deus do impossível, para espanto de todos, ao caírem na fornalha se observava não três pessoas, mas sim quatro, andando, soltas, como que estivessem passeando dentro do fogo.

Mais uma vez Nabucodonosor teve que se curvar diante do poder e fidelidade do nosso Deus para com seus filhos amados que o honram, chamou os três jovens para fora da fornalha, todos viram que nada lhes havia acontecido, nem uma mecha de seus cabelos estava chamuscada pelo fogo, nem mesmo o cheiro de fogo estava sobre eles.

Nabucodonosor disse: bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou seu anjo e livrou seus servos que confiaram nele, preferindo entregar seu corpo a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus.

O rei então decretou que todo aquele que blasfemasse contra o Deus dos três jovens seria punido severamente, pois entendeu que não havia outro deus que livrasse como este. Além disso, o rei os fez prosperar na província da Babilônia.

Nabucodonosor se rende ao Deus de Israel

Passado este acontecimento Nabucodonosor estava feliz vivendo em seu palácio, estava tranquilo quando numa noite teve outro sonho perturbador e mais uma vez chamou Daniel para interpretá-lo, então ouviu que o sonho era contra os que tinham ódio do Senhor. O sonho era diretamente para Nabucodonosor que seria expulso de entre os homens e sua morada seria com os animais, comendo ervas como os bois, porém, o reino voltaria a ser dele depois que reconhecesse que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens.

Daniel ainda o advertiu dizendo que a tranquilidade dele poderia se prolongar caso tivesse misericórdia para com os pobres, mas Nabucodonosor não foi capaz de se despir de seu orgulho e vaidade, então, tudo que Daniel havia revelado se cumpriu sobre ele.

Nabucodonosor entendeu finalmente que o Deus de Israel é o Rei dos reis e toda honra e glória é dada somente a Ele, passou então a louvá-lo e glorificá-lo, o seu reino foi restabelecido e ele entendeu que não deve andar em soberba.

A derrota de Belsazar, filho de Nabucodonosor

Após o reinado de Nabucodonosor começou o de seu filho, Belsazar, que não aprendeu nada com tudo que aconteceu a seu pai, teve que aprender por si só a honrar o nosso Deus.

Ele deu um grande banquete para seus melhores homens, durante o jantar mandou trazer os utensílios de ouro e prata da casa de Deus que Nabucodonosor havia apreendido quando invadiu Jerusalém, bebendo neles seus homens, mulheres e concubinas, dando louvores a outros deuses.

No mesmo instante apareceram dedos de homens que escreviam na parede, de forma a chocar o rei e todos os que estavam presentes. Chamaram então todos os encantadores da Babilônia a fim de decifrar o que estava escrito, mas ninguém foi capaz de revelar, então a rainha mãe, por tudo que havia acontecido a Nabucodonosor, contou ao seu filho sobre o poder de Deus em Daniel, que imediatamente mandou chamá-lo.

Ao chegar, o rei explicou a Daniel tudo que estava acontecendo e lhe prometeu presentes para interpretar o que estava escrito, ele porém, fiel a Deus como sempre, respondeu: “os teus presentes fiquem contigo, todavia, lerei ao rei a escritura e a interpretarei”.

O seu pai Nabucodonosor era um homem muito poderoso, tinha domínio sobre todos na Babilônia, porém, quando o seu coração se elevou e ele se tornou soberbo e arrogante, foi-lhe tirado tudo até reconhecer que o domínio sobre todas as coisas é somente do Deus Altíssimo, mas você Belsazar, ainda que soubesse de tudo isso não humilhaste o teu coração, levantaste contra Deus dando louvores a outros deuses com os utensílios de ouro e prata trazidos da casa do Deus de Israel. Então Deus diz que você foi pesado e achado em falta, por isso o seu reino será dividido e dado aos medos e persas.

Naquela mesma noite, Belsazar foi morto e Dario, o medo, se apoderou do seu reino.

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Daniel na cova dos leões

Dario constituiu sobre o reino três presidentes, sendo Daniel um deles, que mais uma vez se destacou entre eles, porque nele havia um espírito excelente, isso despertou a inveja dos outros que procuraram uma forma de acusar Daniel e o tirar do reino, porém, não havia falta alguma nele, então armaram um plano para que ele fosse desmoralizado perante o rei.

Foram até Dario e sugeriram estabelecer um decreto, por um período de trinta dias nenhum homem poderia fazer qualquer petição a nenhum deus ou homem a não ser ao rei, aquele que desobedecesse seria lançado na cova dos leões.

Dario se opôs, mas foi convencido por eles de que isso o faria ver quem realmente o honra e obedece, então concordou.

Vejo aqui a vaidade falando mais alto do que o apreço que tinha por seu fiel servo, afinal, sabiam que Daniel fazia orações diárias ao seu Deus.

Daniel mesmo sabendo do decreto não deixou de fazer suas orações, dando graças ao seu Deus como costuma fazer todos os dias, então aqueles homens que já estavam observando-o para entregar-lhe ao rei, imediatamente denunciaram Daniel, dizendo que ele não fazia caso do rei porque não deu importância ao decreto que ele estabelecera.

Ao ouvir o relato o rei ficou penalizado e decidiu livrar a Daniel, pois sabia que ele era um servo fiel e homem de Deus, se empenhou por salvá-lo, mas seus homens insistiram dizendo-lhe que perderia o respeito se sancionasse aquele decreto, então ele foi obrigado a cumprir o que ordenou anteriormente.

Daniel foi lançado na cova dos leões, antes disso Dario disse a ele: “o teu Deus, a quem tu continuamente serves, que ele te livre”.

O rei ficou abalado pois no fundo sabia que estava cometendo uma injustiça, mas nada havia de fazer. Ao amanhecer ele foi apressadamente à cova, na esperança de que Deus tivesse livrado a Daniel, chamando por ele como “Daniel, servo do Deus vivo!” e para honra e glória do Senhor, obtendo a resposta: “Ó rei, vive eternamente! O meu Deus enviou seu anjo e fechou a boca dos leões para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele, também contra ti, ó rei, não cometi delito algum.”.

O rei muito se alegrou e mandou tirarem Daniel da cova, sem nenhum dano.

Ordenou que fossem trazidos aqueles que tinham acusado a Daniel e foram lançados na cova dos leões, ainda não tinham nem chegado ao fundo e os leões lhes esmigalharam todos os ossos.

Mais uma vez o nome do Senhor foi exaltado, o rei fez um decreto para que todos honrassem o Deus de Daniel, que livra, salva, faz sinais e maravilhas.

Daniel tem um papel importante na Bíblia, ele teve sonhos e visões que se confirmaram através de outros servos de Deus, alguns deles podendo ser observados nos livros de Ezequiel 17.3 e Apocalipse 13,12. Muitas destas profecias ainda não foram reveladas, mas sabemos que Deus esteve com Daniel por todas as experiências pelas quais passou, então, tenhamos fé e certeza de que se Deus revelou é porque tem planos sobre elas, mantenhamos nosso relacionamento com o Senhor baseado na fidelidade e obediência, seguindo o exemplo de Daniel.

Ele se doou para as realizações de Deus, se deixou usar, clamava não só por seus interesses, mas pelos interesses de todo o seu povo.

Que possamos aprender com essa linda história as lições de humildade, dependência, fidelidade, fé, perseverança, foram anos aguardando e confiando na providência de Deus.

Os exércitos babilônicos destruíram Jerusalém e exilaram os judeus por 70 anos. Deus disse que seu povo teria que suportar este período em consequência de suas ações ruins, depois Ele os libertaria e permitiria que voltassem à Judá.

Sua palavra foi cumprida e a cidade de Babilônia que parecia invencível, foi derrotada pelos exércitos medo-persas quando o exílio de 70 anos de Judá estava no fim, então a Babilônia tornou-se apenas um monte de ruínas, como foi profetizado.

Se você quiser saber mais sobre os detalhes dos sonhos que Daniel revelou, bem como seus próprios sonhos, visões e profecias, leia o livro de Daniel, será enriquecedor para sua fé.

Priscilla Guedes